terça-feira

conquanto que semeadura

versos estes que
me tomam aos pares
ora episódicos senão
quando bissextos
não os semeio para
a eternidade
a esmo atiro-os
entre céus e o chão

deixo ao critério do
vento espargi-los
ou mesmo que não
e que germinem em
primaveras outras
ou adormeçam sem
prazo de colheita
em qualquer estação

Um comentário:

Rosana disse...

Lindos versos!!!! Os ventos com certeza os levarão pelas estações afora, porque você os está semeando, assim como sua alma, sua vida e seu coração... de artista... sobrehumano... Parabéns meu amigo!!! Tenho orgulho disso. Beijo no coração.