terça-feira

mesmo que a ela faltassem as flores


"Vairumati", Paul Gauguin


alude a Gauguin
sua pele como que
matizada pelo sol
que ondula em
mares do sul
olhos e cabelos de
imensidão não e
nunca constelada

taitiana em Minas
este seu rastro de
trópico e paraíso
paira acima de toda
possível cor cotidiana
beleza assim outorgada
alegoria e felicidade
primitivas em mim

Um comentário:

Graça Pires disse...

"taitiana em Minas
este seu rastro de
trópico e paraíso
paira acima de toda
possível cor cotidiana"
Lembra Gauguin, sim. O poema é lindo. Um abraço amigo d'Angelo.