
"O improvisador", Emilio Pettoruti
enquanto sendo
sonata de silêncios
não mais detenho palavras
nem conto quantas vezes
em seus contrapontos
a vida me diz não
sem articular versos
coleciono amores
em preto e branco
o tempo tingindo de
sépia os sonhos
e o coração em mim
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3 comentários:
me deu vontade de dizer
vamos articular versos
a vida vive
sim
grande abraço!
'o tempo tingindo de sépia os sonhos', que imagem linda!
Gosto muito dos teus poemas.
Abraços,
Os sonhos em sépia. Os amores a preto e branco. Nessa sonata de silêncios há um imaginário que reitera entregas e recusas...
Gosto de o ler meu querido amigo.
Um grande beijo.
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